- David…
- Não enrole, diga apenas sim ou não.
- Mas David não é assim tão simples.
- É a coisa mais simples do mundo. Cê gosta diz que sim cê não gosta diz que não.
Entendeu?
- Sim. Sim.
- Ainda bem.
- Sim.
- Cê só vai dizer sim?
- Sim.
- Você tá zoando com a minha cara?
- Sim. – Ele levantou-se com cara de magoado. Ele era mesmo tontinho.
- Se é assim que cê quer, não posso fazer nada. – E baixou a cara. Pôs-lhe a mão na cara, obrigando-o a olhar-me nos olhos.
- Já te disseram que és mesmo tontinho?
- Hãn?
- Quem devia estar triste era eu.
- Aí era?
- Era.
- E porquê?
- Porque eu estou aqui há não sei quanto tempo a dizer que aceito namorar contigo e tu … - Ele nem me deixou acabar de falar. Colocou os seus braços há volta da minha cintura, elevando-me ligeiramente do chão e beijou-me. O nosso primeiro beijo enquanto namorados. Foi um beijo longo, terminado com pequenos beijos.
- Sabe, eu tou muito feliz.
- Nota-se. – Disse, esboçando um largo sorriso.
- Como assim?
- David, estas com um sorriso muito parvo na cara. – Ele tirou o sorriso, o que me levou a continuar a falar. – Não o tires, o meu sorriso é igual ao teu e não tenho vergonha dele.
- Meu amô eu gostava muitão de tar aqui mas acho que eles já estou fartos de esperar.
- Sim, é melhor irmos para dentro. Mas antes quero pedir-te uma coisa.
(já dentro do bar)
- O que é que se passou? – Perguntou o Rúben.
- Nada.
- Mas vocês estão com uma cara. – Completou a Inês.
- Estás bem? – Perguntou o Javi, abraçando-me.
- Oh babaca desgrunda lá da minha namorada sim? – Disse o David vindo na minha direcção. O Javi já tinha voltado para a beira do Rúben e da Inês. Quando ele chegou a minha beira, beijou-me.
- Namorada??? – Perguntaram os três. Eu e o David desmanchamo-nos a rir.
- Sim, infelizmente parece que o vou ter de aturar.
- Não se queixa não, você vai amar ter de me aturar.
- Bia, minha querida Bia, nem imaginas a pena que sinto por ti neste momento. –
Disse o Rúben a rir-se que nem um perdido.
- Cala a boca.
- Desculpem interromper, mas posso pedir uma coisa? – Nem nos tinha-mos apercebido,
mas encontrava-se ao nosso lado uma rapariga, não devia ter mais que 18 anos. Muito
bonita por sinal. Eu larguei o David, não queria que isto se espalha-se.
- Claro. – Respondeu logo o Rúben.
- Eu queria pedir um autógrafo.
- Então dá cá o papel que a gente assina. – Continuou o Rúben.
- Na verdade, era só do Javi. – Disse ela corando de seguida. Todos nos começamos a
rir, menos a rapariga, o Javi e o Rúben.
- Tá vendo meu irmão, é assim que leva uma grande nega. – O David adorava picá-lo.
- Tá calado cara de cu.
- Desculpem interromper, mas podem ter a vossa discussão de casal em casa? Não estão sozinhos meus amores. – Disse a Inês provocando a risota geral, menos claro está, no Rúben e no David.
- Não te importas de assinar aqui? – Disse a rapariga ao Javi.
- Claro que não. Como te chamas?
- Margarida.
- Bonito nome.
- Obrigada Javi Garcia.
- Trata-me só por Javi pode ser?
- Claro, trata-me só por Margarida.
Desta vez, todos nos rimos.
A rapariga era simpática e ficou á conversa connosco. Não tenho a certeza mas acho que o Javi tinha ficado com o número dela.
Fomos todos para casa. Eu no carro o David e a Inês no do Rúben. O Javi ofereceu-se para levar a Margarida a casa mas ela tinha trazido o seu carro.
O David deixou-me em casa. Despedimo-nos e combina-mos que ele me ligava no dia seguinte. Cheguei ao meu quarto, vesti o pijama e pôs-me a pensar. Será que esta tinha sido a decisão mais correcta? Será que não me ia arrepender? Foi em volta deste pensamentos menos bons que o sono me levou para longe, mas espero que esse longe seja um lugar bom.
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
19º Capitulo - "Beatriz Vale, cê quer namorar comigo?"
A minha outra fic: http://viveropresentesemmedos.blogspot.com/
Nii'i
-----------------------------
Foi o David que terminou o beijo. Fiquei preocupada, será que ele tinha mudado de ideias e não queria nada comigo?
Ele sentou-me no banco e pôs-se de pé de costas para mim. Parou. Nada dizia, apenas estava assim quieto e em silêncio.
Levantei-me. Ia-me embora. Ele estava magoado e não queria nada comigo, mas eu sentia-me pior por saber que a culpa era minha, ele queria e eu não quis. Ele tinha todas as razões do mundo para estar assim comigo.
Comecei a caminhar em direcção ao restaurante, as lágrimas já caiam de uma maneira ritmada. Sinto alguém a abraçar-me por trás. Era ele. Aquele perfume, aquele toque, eram coisas só dele, Coisas únicas.
- Onde cê pensa que vai? – Acabou de falar e virou-me para ele.
- Vou embora. Entendo perfeitamente que estejas magoado, aliás eu sou uma estúpida,
não não, estúpida é pouco, sou uma parva, uma idiota, uma burra, uma … - O David
calou-me com um beijo.
- Cê vai calar e me ouvir? – Eu afirmei que sim com a cabeça. – Eu não estou
magoado, agora não, é verdade que quando cê me disse aquilo no telhado fiquei mas
agora percebi que cê só precisava de reflectir um pouco.
- Sim, mas agora eu percebi o que realmente quero, quero-te a ti.
- Cê imagina há quanto tempo eu estou pra ouvir isso?
- Hum, 1 mês?
- Muito engraçadinha a menina.
- Sim, sim isso tudo. Olha mas e se te calasses e me beijasses? Não achas que era melhor? – Sorri.
- Ué, não sei se me apetece não.
- Pronto, não te apetece a ti apetece-me a mim. – Nem dei tempo de ele responder.
Pôs-lhe a mão atrás do pescoço e puxei-o para baixo. Fogo, agora é que eu notava mesmo a nossa diferença de alturas, os meus míseros 1.58m contra os 1.88 dele. Mesmo assim, com alguma força consegui pôr o pescoço dele ao meu nível, não sem antes me pôr em bicos de pés, e beijei-o. Foi um beijo demorado e ao mesmo tempo ritmado, fui aumentando o ritmo do beijo e ao mesmo tempo a profundidade que a minha língua invadia sem pedir a boca dele. Ele voltou a parar o beijo.
- Fogo, tu deves mesmo me detestar beijar. – Disse eu fazendo-me de amuada.
- Não é nada disso meu anjo, mas você me deixa sem fôlego com este beijos. Eu amo beijar e você mas vou amar mais a partir de agora.
- A partir de agora porque?
- Porque vou puder beijar você sempre que eu quiser.
- Aí sim, e porque?
- Ué , a gente não namora?
- Que eu saiba ninguém me pediu em anda e além disso acho que devemos falar sobre esse assunto.
O David pôs-se de joelhos, eu tentei impedi-lo mas ele não deixou.
- Beatriz Vale, cê quer namorar comigo? . – Eu não sabia o que respoder. Eu querer eu queria mas não sei se é o mais correcto. Pensei em dizer ao David para irmos andando mas ele não iria gostar, eu sabia que não. E agora?
Nii'i
-----------------------------
Foi o David que terminou o beijo. Fiquei preocupada, será que ele tinha mudado de ideias e não queria nada comigo?
Ele sentou-me no banco e pôs-se de pé de costas para mim. Parou. Nada dizia, apenas estava assim quieto e em silêncio.
Levantei-me. Ia-me embora. Ele estava magoado e não queria nada comigo, mas eu sentia-me pior por saber que a culpa era minha, ele queria e eu não quis. Ele tinha todas as razões do mundo para estar assim comigo.
Comecei a caminhar em direcção ao restaurante, as lágrimas já caiam de uma maneira ritmada. Sinto alguém a abraçar-me por trás. Era ele. Aquele perfume, aquele toque, eram coisas só dele, Coisas únicas.
- Onde cê pensa que vai? – Acabou de falar e virou-me para ele.
- Vou embora. Entendo perfeitamente que estejas magoado, aliás eu sou uma estúpida,
não não, estúpida é pouco, sou uma parva, uma idiota, uma burra, uma … - O David
calou-me com um beijo.
- Cê vai calar e me ouvir? – Eu afirmei que sim com a cabeça. – Eu não estou
magoado, agora não, é verdade que quando cê me disse aquilo no telhado fiquei mas
agora percebi que cê só precisava de reflectir um pouco.
- Sim, mas agora eu percebi o que realmente quero, quero-te a ti.
- Cê imagina há quanto tempo eu estou pra ouvir isso?
- Hum, 1 mês?
- Muito engraçadinha a menina.
- Sim, sim isso tudo. Olha mas e se te calasses e me beijasses? Não achas que era melhor? – Sorri.
- Ué, não sei se me apetece não.
- Pronto, não te apetece a ti apetece-me a mim. – Nem dei tempo de ele responder.
Pôs-lhe a mão atrás do pescoço e puxei-o para baixo. Fogo, agora é que eu notava mesmo a nossa diferença de alturas, os meus míseros 1.58m contra os 1.88 dele. Mesmo assim, com alguma força consegui pôr o pescoço dele ao meu nível, não sem antes me pôr em bicos de pés, e beijei-o. Foi um beijo demorado e ao mesmo tempo ritmado, fui aumentando o ritmo do beijo e ao mesmo tempo a profundidade que a minha língua invadia sem pedir a boca dele. Ele voltou a parar o beijo.
- Fogo, tu deves mesmo me detestar beijar. – Disse eu fazendo-me de amuada.
- Não é nada disso meu anjo, mas você me deixa sem fôlego com este beijos. Eu amo beijar e você mas vou amar mais a partir de agora.
- A partir de agora porque?
- Porque vou puder beijar você sempre que eu quiser.
- Aí sim, e porque?
- Ué , a gente não namora?
- Que eu saiba ninguém me pediu em anda e além disso acho que devemos falar sobre esse assunto.
O David pôs-se de joelhos, eu tentei impedi-lo mas ele não deixou.
- Beatriz Vale, cê quer namorar comigo? . – Eu não sabia o que respoder. Eu querer eu queria mas não sei se é o mais correcto. Pensei em dizer ao David para irmos andando mas ele não iria gostar, eu sabia que não. E agora?
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
18º Capitulo - "Espero que o que sentes por mim seja o mesmo que sinto por ti."
Esperei um bocado e saí atrás dele.
Quando cheguei cá em baixo estava só a Inês. Mal me viu veio logo na minha direcção.
- Bia o que é que se passou?
- Olha nem eu sei. O David?
- Está lá fora com o Rúben e com o Javi.
- Ele estava bem?
- Achas? Eu não sei o que se passou com vocês, só sei que ele veio cá abaixo acabou tudo com a outra e depois foi outra vez lá para cima e quando veio vinha com uma cara mesmo de desiludido. O que aconteceu Bia?
- Inês, eu e o David beijamo-nos e depois ele perguntou como ficávamos e eu disse para ele acabar com a Miss, mas eu estava a brincar mas ele não me deixou explicar.
Depois ele chegou lá em cima e disse-me que tinha acabado com ela e eu disse que nós íamos ser só amigos e mais tarde quem sabe, algo mais, mas para já só amizade.
- Tu estás parva Bia? – Olhei-a com uma cara séria, mas mesmo assim ela continuou. – Bia, ouve-me. Eu estive a falar com o Rúben e já sei que tu só deste uma tampa ao David por minha causa, mas meu amor, - dito isto pega nas minhas mãos e olha-me nos olhos. – eu estou muito bem com o Rúben. O que tu fizes-te foi a maior prova de amizade que pode existir e nunca te vou puder retribuir mas está na altura de tu seres feliz. Tu não amas o David, eu sei que não, mas tu estas a começar a gostar dele. Eu conheço-te tão bem meu amor, não fugas do teu coração. Por mim, por ele mas por ti faz o que ele mandar.
Realmente a Inês conhecia-me melhor que ninguém. Ela sabia que se me abrisse os olhos desta maneira eu iria seguir o meu coração. Se eu quero estar com ele e posso estar com ele, porque não estou? Vou seguir o meu coração, se ele me magoar magoou, mas ou menos arrisquei.
- Obrigada. – Foi a única coisa que lhe consegui dizer, saindo em seguida do restaurante.
Cá fora o David estava sentado num banco com a cabeça apoiada nos braços e este apoiados nas pernas. Parecia tão triste. O Rúben e o Javi estavam ao lado dele. O Rúben olhou para mim e fiz sinal para ele e o Javi virem ter comigo.
- Mano, nós vamos lá dentro. Ficas bem? – Disse o Rúben para o David.
- Sim manz, já disse que vocês podiam ir. – Respondeu o David sem nunca mexer da posição inicial.
Eles chegaram a minha beira e o Rúben falou:
- Olha eu não te conheço mas não tinhas o direito de fazer aquilo ao David.
- Desculpa. Não foi … por mal. – As lágrimas caiam intensamente sem eu as poder controlar. O Rúben abraçou-me.
- Hey, também não é preciso chorares.
- Rúben, posso vos pedir uma coisa?
- Diz.
- Vão lá para dentro ter com a Inês para ele falar com o David.
- Bia, não lhe faças o mesmo outra vez.
- Prometo que desta vez vai ser diferente Rúben.
Ele apenas sorriu, deu-me um beijo na testa e seguiu para o bar. O Javi apenas me olhou e deu um sorriso.
Dirigi-me até David. Partia-me o coração vê-lo assim e ainda por cima por minha causa.
Pôs-lhe a mão no ombro.
- Manz, cê não disse que ia para dentro? – Atirou ele sem nunca olhar para cima. Eu não respondi apenas lhe passei a mão pela cara. Senti-a molhada, David estava a
chorar. Ao perceber que não era o Rúben ele disse:
- Se é você Sofia pode ir pelo mesmo caminho. Ela pode não querer nada comigo mas isso não implica que o que eu sinta por ela acabe.
- Espero que o que sentes por mim seja o mesmo que sinto por ti. – Ao ouvir a minha voz o David olha para cima. Um largo sorriso apareceu na sua boca.
Ele ia falar mas eu impedi ao saltar para o seu colo e dar-lhe um beijo, um beijo diferente dos que tenhamos dado antes, era um beijo que mostrava o que ambos os corações sentiam, era um beijo cheio de união.
Quando cheguei cá em baixo estava só a Inês. Mal me viu veio logo na minha direcção.
- Bia o que é que se passou?
- Olha nem eu sei. O David?
- Está lá fora com o Rúben e com o Javi.
- Ele estava bem?
- Achas? Eu não sei o que se passou com vocês, só sei que ele veio cá abaixo acabou tudo com a outra e depois foi outra vez lá para cima e quando veio vinha com uma cara mesmo de desiludido. O que aconteceu Bia?
- Inês, eu e o David beijamo-nos e depois ele perguntou como ficávamos e eu disse para ele acabar com a Miss, mas eu estava a brincar mas ele não me deixou explicar.
Depois ele chegou lá em cima e disse-me que tinha acabado com ela e eu disse que nós íamos ser só amigos e mais tarde quem sabe, algo mais, mas para já só amizade.
- Tu estás parva Bia? – Olhei-a com uma cara séria, mas mesmo assim ela continuou. – Bia, ouve-me. Eu estive a falar com o Rúben e já sei que tu só deste uma tampa ao David por minha causa, mas meu amor, - dito isto pega nas minhas mãos e olha-me nos olhos. – eu estou muito bem com o Rúben. O que tu fizes-te foi a maior prova de amizade que pode existir e nunca te vou puder retribuir mas está na altura de tu seres feliz. Tu não amas o David, eu sei que não, mas tu estas a começar a gostar dele. Eu conheço-te tão bem meu amor, não fugas do teu coração. Por mim, por ele mas por ti faz o que ele mandar.
Realmente a Inês conhecia-me melhor que ninguém. Ela sabia que se me abrisse os olhos desta maneira eu iria seguir o meu coração. Se eu quero estar com ele e posso estar com ele, porque não estou? Vou seguir o meu coração, se ele me magoar magoou, mas ou menos arrisquei.
- Obrigada. – Foi a única coisa que lhe consegui dizer, saindo em seguida do restaurante.
Cá fora o David estava sentado num banco com a cabeça apoiada nos braços e este apoiados nas pernas. Parecia tão triste. O Rúben e o Javi estavam ao lado dele. O Rúben olhou para mim e fiz sinal para ele e o Javi virem ter comigo.
- Mano, nós vamos lá dentro. Ficas bem? – Disse o Rúben para o David.
- Sim manz, já disse que vocês podiam ir. – Respondeu o David sem nunca mexer da posição inicial.
Eles chegaram a minha beira e o Rúben falou:
- Olha eu não te conheço mas não tinhas o direito de fazer aquilo ao David.
- Desculpa. Não foi … por mal. – As lágrimas caiam intensamente sem eu as poder controlar. O Rúben abraçou-me.
- Hey, também não é preciso chorares.
- Rúben, posso vos pedir uma coisa?
- Diz.
- Vão lá para dentro ter com a Inês para ele falar com o David.
- Bia, não lhe faças o mesmo outra vez.
- Prometo que desta vez vai ser diferente Rúben.
Ele apenas sorriu, deu-me um beijo na testa e seguiu para o bar. O Javi apenas me olhou e deu um sorriso.
Dirigi-me até David. Partia-me o coração vê-lo assim e ainda por cima por minha causa.
Pôs-lhe a mão no ombro.
- Manz, cê não disse que ia para dentro? – Atirou ele sem nunca olhar para cima. Eu não respondi apenas lhe passei a mão pela cara. Senti-a molhada, David estava a
chorar. Ao perceber que não era o Rúben ele disse:
- Se é você Sofia pode ir pelo mesmo caminho. Ela pode não querer nada comigo mas isso não implica que o que eu sinta por ela acabe.
- Espero que o que sentes por mim seja o mesmo que sinto por ti. – Ao ouvir a minha voz o David olha para cima. Um largo sorriso apareceu na sua boca.
Ele ia falar mas eu impedi ao saltar para o seu colo e dar-lhe um beijo, um beijo diferente dos que tenhamos dado antes, era um beijo que mostrava o que ambos os corações sentiam, era um beijo cheio de união.
Especial *.*
Hoje é um dia especial.
O "nosso" querido Rúben Amorim faz 26 anos e por isso quero deixar-lhe os Parabéns, que o dia lhe corra bem e que melhore depressa.
Nesta altura ele precisa de todo o nosso apoio, e nós, vamos mostrar como é a familia benfiquista.
Rúben, podes contar connosco.
Rápidas melhoras e mais uma vez PARABÈNS (;
Sorriso *.*

Tão lindo (a)

Capitão (L)

Selecçao *,*

Familia (;

Mano :b


E por fim, a dedicatória (L)
O "nosso" querido Rúben Amorim faz 26 anos e por isso quero deixar-lhe os Parabéns, que o dia lhe corra bem e que melhore depressa.
Nesta altura ele precisa de todo o nosso apoio, e nós, vamos mostrar como é a familia benfiquista.
Rúben, podes contar connosco.
Rápidas melhoras e mais uma vez PARABÈNS (;
Sorriso *.*

Tão lindo (a)

Capitão (L)

Selecçao *,*

Familia (;

Mano :b


E por fim, a dedicatória (L)
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
17º Capitulo - Não fala não, apenas viva"
- Sim. Pela primeira vez na minha vida depois do que aconteceu com o Tiago decidi seguir o coração.
Sem que ninguém desse conta eu e o David dirigimo-nos para o telhado.
- Diz. – Eu falei de forma bruta, pois se assim não fosse não sabia quanto tempo conseguia lhe resistir.
- Cê me disse que não queria nada comigo por causa da Inês certo?
- Sim.
- Mas agora a Inês está afim do Rúben.
- Sim, e?
- E agora você não tem nenhuma desculpa para me dar o fora.
- Tenho.
- E qual é?
- Tu namoras.
- Eu comecei a andar com a Sofia para esquecer você.
- Mas eu vi tu a chamar-lhe de amor e essas cenas.
- Sim, para meter ciúme em você.
- David, isso é muito mau. Não se faz.
- O que é muito mau é eu estar sempre pensando em você e cê não querer nada comigo.
Consegue imaginar como eu fiquei aquele tempo sem a ver e como fiquei hoje quando a vi?
- David…
- Não, me deixa terminar tudo de uma vez. Eu nao posso dizer que amo você, porque é mentira. Não amo porque cê não me a deixa conhecer melhor. Mas posso dizer e afirmar que você mexeu comigo, ainda mexe garota. – Ele ia-se aproximando cada vez mais de mim. – Cê não imagina como é difícil para mim estar aqui sem puder tocar você, beijar você, dizer o quanto cê tá bonita, tudo isso.
- David …
- Não fala não, apenas viva.
O David aproximou-se ainda mais de mim, fez uma festa na minha cara e deu-me um pequeno beijo. Não consegui resistir mas também não retribui o beijo. Ele vendo que eu não correspondi, afastou-se. Pus o meu lado racional de lado e deixei-me levar.
Agarrei-lhe o braço fazendo-o virar-se para mim e lancei-me no seus braços como se não houvesse amanha. Beijei-o, foi um beijo que trazia um pouco de tudo, paixão, desejo, certeza, dúvida, mas acima de tudo era um beijo carregado de saudades, saudades do tempoq eu não nos vimos mas também saudades da boca um do outro, que em plena praia se conheceram pela primeira vez. Nessa altura, tínhamos apenas o mar como testemunha, agora, tínhamos apenas uma grande lua cheia, cuja sua luz incidia com grande intensidade nas nossas caras, fazendo-as brilhar, aliás, todo o nosso corpo brilhava, mas era uma luz diferente, era a luz do sentimento que nutríamos um pelo outro.
Foi o David que quebrou o beijo. Agarrou-me nas minhas mãos e olhou-me nos olhos.
- O que quer isto dizer?
- Quer dizer que tens exactamente dois minutos para acabar tudo com a Sofia.
- Não saia daqui.
Eu nem consegui responder, o David saiu logo do telhado. Será que ele ia fazer o que eu achava que ele ia fazer?
Passados cerca de dois minutos ele voltou.
- O que foste fazer?
- Acabar tudo com a Sofia.
- O quê?
- Sim.
- O que lhe disses-te?
- Disse que era melhor a gente acabar que eu já não conseguia esconder o que sentia por uma rapariga muito muito especial.
- E ela?
- Ela…
- Ela o quê David?
- Ela disse que eu me ia arrepender mas eu não liguei e vim de novo ter com você.
- David…
- Bia, não pense. Viva.
- Nós temos de falar. Tu não me és indiferente, aliás és muito importante para mim, mas eu não quero assumir nada por agora.
- Cê tá brincando comigo não está?
- Não David, nós precisamos de nos conhecer e depois se der em mais alguma coisa que amizade muito bem se não der ficamos amigos.
- E porque você me mandou acabar com a Sofia?
- Olha primeiro eu estava a brincar quando disse isso mas tu foste logo e nem me deixas-te explicar e segundo porque ela era uma interesseira do caraças e só estava contigo pelo teu dinheiro.
- Como cê pode saber isso se só a conheceu hoje?
- Eu sei ver quem é miss á distância.
- Cê só pode tar brincando comigo. Olhe eu tenho de ir fique bem.
E saiu. Deixou-me ali sozinha. Porque razão ele tinha tido esta atitude? Eu só disse a verdade. Secalhar nunca o devia ter beijado. Aí, o que é que eu faço agora?
Sem que ninguém desse conta eu e o David dirigimo-nos para o telhado.
- Diz. – Eu falei de forma bruta, pois se assim não fosse não sabia quanto tempo conseguia lhe resistir.
- Cê me disse que não queria nada comigo por causa da Inês certo?
- Sim.
- Mas agora a Inês está afim do Rúben.
- Sim, e?
- E agora você não tem nenhuma desculpa para me dar o fora.
- Tenho.
- E qual é?
- Tu namoras.
- Eu comecei a andar com a Sofia para esquecer você.
- Mas eu vi tu a chamar-lhe de amor e essas cenas.
- Sim, para meter ciúme em você.
- David, isso é muito mau. Não se faz.
- O que é muito mau é eu estar sempre pensando em você e cê não querer nada comigo.
Consegue imaginar como eu fiquei aquele tempo sem a ver e como fiquei hoje quando a vi?
- David…
- Não, me deixa terminar tudo de uma vez. Eu nao posso dizer que amo você, porque é mentira. Não amo porque cê não me a deixa conhecer melhor. Mas posso dizer e afirmar que você mexeu comigo, ainda mexe garota. – Ele ia-se aproximando cada vez mais de mim. – Cê não imagina como é difícil para mim estar aqui sem puder tocar você, beijar você, dizer o quanto cê tá bonita, tudo isso.
- David …
- Não fala não, apenas viva.
O David aproximou-se ainda mais de mim, fez uma festa na minha cara e deu-me um pequeno beijo. Não consegui resistir mas também não retribui o beijo. Ele vendo que eu não correspondi, afastou-se. Pus o meu lado racional de lado e deixei-me levar.
Agarrei-lhe o braço fazendo-o virar-se para mim e lancei-me no seus braços como se não houvesse amanha. Beijei-o, foi um beijo que trazia um pouco de tudo, paixão, desejo, certeza, dúvida, mas acima de tudo era um beijo carregado de saudades, saudades do tempoq eu não nos vimos mas também saudades da boca um do outro, que em plena praia se conheceram pela primeira vez. Nessa altura, tínhamos apenas o mar como testemunha, agora, tínhamos apenas uma grande lua cheia, cuja sua luz incidia com grande intensidade nas nossas caras, fazendo-as brilhar, aliás, todo o nosso corpo brilhava, mas era uma luz diferente, era a luz do sentimento que nutríamos um pelo outro.
Foi o David que quebrou o beijo. Agarrou-me nas minhas mãos e olhou-me nos olhos.
- O que quer isto dizer?
- Quer dizer que tens exactamente dois minutos para acabar tudo com a Sofia.
- Não saia daqui.
Eu nem consegui responder, o David saiu logo do telhado. Será que ele ia fazer o que eu achava que ele ia fazer?
Passados cerca de dois minutos ele voltou.
- O que foste fazer?
- Acabar tudo com a Sofia.
- O quê?
- Sim.
- O que lhe disses-te?
- Disse que era melhor a gente acabar que eu já não conseguia esconder o que sentia por uma rapariga muito muito especial.
- E ela?
- Ela…
- Ela o quê David?
- Ela disse que eu me ia arrepender mas eu não liguei e vim de novo ter com você.
- David…
- Bia, não pense. Viva.
- Nós temos de falar. Tu não me és indiferente, aliás és muito importante para mim, mas eu não quero assumir nada por agora.
- Cê tá brincando comigo não está?
- Não David, nós precisamos de nos conhecer e depois se der em mais alguma coisa que amizade muito bem se não der ficamos amigos.
- E porque você me mandou acabar com a Sofia?
- Olha primeiro eu estava a brincar quando disse isso mas tu foste logo e nem me deixas-te explicar e segundo porque ela era uma interesseira do caraças e só estava contigo pelo teu dinheiro.
- Como cê pode saber isso se só a conheceu hoje?
- Eu sei ver quem é miss á distância.
- Cê só pode tar brincando comigo. Olhe eu tenho de ir fique bem.
E saiu. Deixou-me ali sozinha. Porque razão ele tinha tido esta atitude? Eu só disse a verdade. Secalhar nunca o devia ter beijado. Aí, o que é que eu faço agora?
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
16º Capitulo - "O que é que você me chamou?"
Dirigi-me á mesa onde eles se encontravam. Boa. O único lugar que faltava era o meu e era mesmo em frente ao David e entre O Javi e a Inês.
Quando lá cheguei, sentei-me e o Javi perguntou-me:
- Está tudo bem?
- Sim não te preocupes.
- Sabes uma coisa, és de facto uma rapariga muito bonita.
- Oh, não digas isso que fico envergonhada.
- Mas é a verdade.
- Não, não é. – Disse-lhe eu batendo-lhe levemente no braço.
- É sim. Queres ver como és? – Ele nem me deu tempo de responder, virou-se para o Rúben e perguntou. – Rúben, a Bia é ou não é linda?
- Sim, é muito bonita.
- E tu David, não achas a Bia linda? – Pronto, agora é que o caldo está entornado.
- Eu não tenho de achar nada.
- Oh tá bem David mas sabes olhar para uma rapariga e dizer se ela é bonita ou não.
- Para mim a pessoa mais bonita é a minha namorada. – Eu não consegui evitar e sorri. O que fez o David continuar. – Tá rindo de quê?
- Nada nada, coisas minhas.
- Deves-te achar melhor que eu não? – Pronto, agora meteu-se a miss, é que não me faltava mesmo mais nada.
- Oh minha filha eu não me acho melhor que ninguém nem inferior a ninguém logo nós estamos no mesmo nível queridinha.
- Isso querias tu. Eu não sou da tua laia ouvis-te bem?
- Olha mas o que é que tu me estas a chamar?
- Exactamente o que tu percebes-te querida.
- Já chega. E isto é para as duas. – O David tinha-se metido. Mas ainda não tinha acabado. – E agora Bia, veja se deixa de mandar boquinhas que aqui a minha namorada estava muito bem até você começar a falar.
- Olha lá oh jogador de meia tigela, mas o que é que tu queres? Acho que a conversa ainda não chegou á parte dos ignorantes. – Sim, eu tinha sido bruta mas eu estava-me mesmo a passar.
- O que é que você me chamou?
- Ouvis-te mal? Queres que repita? Jo-ga-dor de meia ti-ge-la.
- Pronto acabou. Fogo, já estou farto de vos ouvir mén. Vamos acabar de jantar para depois irmos sair e não quero ouvir mais discussões. – Desta vez foi o Rúben que falou.
O resto do jantar correu minimamente normal. Sempre que eu e o David nos olhávamos era que se nos matássemos um ao outro apenas com o olhar.
Depois cada “casal” foi num carro e seguimos para o bar.
Quando chegamos o bar não estava muito cheio mas também nós estávamos na parte VIP.
- Queres dançar comigo?
- Sim.
Eu e o Javi estávamos a dançar e de repente parece que é para torcar de pares. Eu fico a dançar com o Rúben. A música acaba e começa uma romântica. O Rúben dança com a miss e o Javi com a Inês, visto que era para rodar todos os pares. Eu e o David ficamos sem saber o que fazer. No fim lá nos juntamos para dançar. Estávamos muito juntos, agarradinhos, pois a música assim o pedia.
- Não gostei da sua atitude no restaurante. – Segredou-me o David.
- Eu também não gostei nem da tua nem a da miss.
- Cê tá com ciúmes.
- Não estou anda.
- Está sim.
- David, que razoes é que eu tinha para ter ciúmes?
- Não sei me diga você.
- Mas não há razões.
- Cê pode vir comigo lá em cima ao terraço do bar um pouquinho? – Eu não sabia o que responder, o meu coração dizia para responder que sim mas a minha cabeça ordenava que não. O que iria eu lhe responder?
Quando lá cheguei, sentei-me e o Javi perguntou-me:
- Está tudo bem?
- Sim não te preocupes.
- Sabes uma coisa, és de facto uma rapariga muito bonita.
- Oh, não digas isso que fico envergonhada.
- Mas é a verdade.
- Não, não é. – Disse-lhe eu batendo-lhe levemente no braço.
- É sim. Queres ver como és? – Ele nem me deu tempo de responder, virou-se para o Rúben e perguntou. – Rúben, a Bia é ou não é linda?
- Sim, é muito bonita.
- E tu David, não achas a Bia linda? – Pronto, agora é que o caldo está entornado.
- Eu não tenho de achar nada.
- Oh tá bem David mas sabes olhar para uma rapariga e dizer se ela é bonita ou não.
- Para mim a pessoa mais bonita é a minha namorada. – Eu não consegui evitar e sorri. O que fez o David continuar. – Tá rindo de quê?
- Nada nada, coisas minhas.
- Deves-te achar melhor que eu não? – Pronto, agora meteu-se a miss, é que não me faltava mesmo mais nada.
- Oh minha filha eu não me acho melhor que ninguém nem inferior a ninguém logo nós estamos no mesmo nível queridinha.
- Isso querias tu. Eu não sou da tua laia ouvis-te bem?
- Olha mas o que é que tu me estas a chamar?
- Exactamente o que tu percebes-te querida.
- Já chega. E isto é para as duas. – O David tinha-se metido. Mas ainda não tinha acabado. – E agora Bia, veja se deixa de mandar boquinhas que aqui a minha namorada estava muito bem até você começar a falar.
- Olha lá oh jogador de meia tigela, mas o que é que tu queres? Acho que a conversa ainda não chegou á parte dos ignorantes. – Sim, eu tinha sido bruta mas eu estava-me mesmo a passar.
- O que é que você me chamou?
- Ouvis-te mal? Queres que repita? Jo-ga-dor de meia ti-ge-la.
- Pronto acabou. Fogo, já estou farto de vos ouvir mén. Vamos acabar de jantar para depois irmos sair e não quero ouvir mais discussões. – Desta vez foi o Rúben que falou.
O resto do jantar correu minimamente normal. Sempre que eu e o David nos olhávamos era que se nos matássemos um ao outro apenas com o olhar.
Depois cada “casal” foi num carro e seguimos para o bar.
Quando chegamos o bar não estava muito cheio mas também nós estávamos na parte VIP.
- Queres dançar comigo?
- Sim.
Eu e o Javi estávamos a dançar e de repente parece que é para torcar de pares. Eu fico a dançar com o Rúben. A música acaba e começa uma romântica. O Rúben dança com a miss e o Javi com a Inês, visto que era para rodar todos os pares. Eu e o David ficamos sem saber o que fazer. No fim lá nos juntamos para dançar. Estávamos muito juntos, agarradinhos, pois a música assim o pedia.
- Não gostei da sua atitude no restaurante. – Segredou-me o David.
- Eu também não gostei nem da tua nem a da miss.
- Cê tá com ciúmes.
- Não estou anda.
- Está sim.
- David, que razoes é que eu tinha para ter ciúmes?
- Não sei me diga você.
- Mas não há razões.
- Cê pode vir comigo lá em cima ao terraço do bar um pouquinho? – Eu não sabia o que responder, o meu coração dizia para responder que sim mas a minha cabeça ordenava que não. O que iria eu lhe responder?
domingo, 23 de janeiro de 2011
15º Capitulo - "Escolhi e não volto com a minha palavra a trás"
Entrei no carro com o Javi.
- Então, de onde conheces o Ruben? – Perguntou o Javi tentando iniciar uma conversa. E agora? O que ia-lhe responder? Porque para responder a isso tinha de falar no David, coisa que neste momento não queria. Resolvi contar-lhe a verdade, ocultando apenas algumas partes. Mas antes, tentei desviar um pouco o assunto.
- Como sabes que conheço o Rúben?
- Porque ele disse que te conhecia, e se ele te conhece é lógico que o conheças a ele. – E riu-se. Não me contive e ri-me come ele.
- Ah.
- Mas ainda não respondes-te há minha pergunta. De onde o conheces? – Era agora que estava feita. Pronto, ia responder ocultando apenas “pequenos” pormenores.
- Foi assim, eu tenho contrato com uma editora musical e entao fui contratada para cantar numa festa de aniversário e era a festa de anos do David. O Rúben também lá estava e deu-se muito bem com a Inês e como ela é a minha melhor amiga conhecemo-nos.
- Agora entendi. Eu não fui a esse jantar porque estava com a Elena. – O seu sorriso desvaneceu quando pronunciou esse nome.
- Eu sei quem é. É a tua namorada.
- Ex-namorada queres tu dizer.
- Ex? Ah?
- Sim, ela foi-se embora. Mas eu não quero falar dela. A Elena pertence ao meu passado e neste momento não a aceitava nem pintada de ouro.
- Desculpa, não devia ter perguntado.
- Não te preocupes Bia, fui eu que falei nela.
Eu apenas lhe sorri. Nesse momento o Javi para o carro e vejo no nosso lado direito um restaurante muito bonito.
- Chegamos? – Perguntei eu não sabendo bem onde estava.
- Sim. Nós costuma-mos vir sempre aqui depois dos jogos em casa. Ligamos a reservar a sala e assim não somos incomodados e como a comida é muito boa ainda melhor.
- São mesmo jogadores de futebol, só pensam em comida. Pensar em marcar golos e jogar direito já não é com vocês. Vou sugerir á liga que ponha a bola em forma de pão de hambúrguer, pode ser que assim marquem mais golos.
Rimo-nos perdidamente os dois com esta minha afirmação. O Javi começou-me a fazer cócegas. Neste momento já estamos fora do carro. Estávamos no jardim do restaurante visto que ainda ninguém tinha chegado. Com tantas cócegas e tanto riso acabamos por cair na relva, ficando ele por baixo e eu por cima. Paramos de rir, mas nossas caras estavam a milímetros de distância.
- Tamos interrompendo alguma coisa? – Sai rapidamente de cima do Javi. Estavam ali os quatro, o David e a sua “miss”, o Rúben e a Inês.
- Não. Estávamos só a falar e escorregamos na relva. – Disse eu de uma maneira mesmo muito atrapalhada.
- Sim foi isso. – Completou o Javi.
Já estávamos ambos de pé. Todos se riram menos eu, o Javi e o David. O Rúben e a Inês entraram no restaurante, a miss entrou a seguir, eu ia a entrar com o Javi quando me agarram no braço.
- Posso falar com você um minuto? – Ele não estava a fazer aquilo.
- Claro. Javi, eu já vou. Guarda-me lugar sff.
- Claro Bia, vou-te guardar mesmo ao meu lado. – Ambos sorrimos.
- Pronto, já podemos falar. O que queres? – Disse eu de maneira fria virando-me para o David, sem nunca o encarar nos olhos.
- Passa-se alguma coisa entre você e o Javi?
- Não tens nada haver com isso. E se foi esse o motivo desta conversa, é melhor ires para dentro, a miss pode desesperar.
- Miss?
- Sim, a tua namoradinha.
- Cê tá com ciúmes?
- Ciúmes? Oh meu filho eu posso ter tudo menos ciúmes.
- Foi você que escolheu assim naquele dia.
- Escolhi e não volto com a minha palavra a trás. A minha decisão está tomada.
O David nada disse apenas entrou no restaurante. Esperei uns minutos e fiz o mesmo.
- Então, de onde conheces o Ruben? – Perguntou o Javi tentando iniciar uma conversa. E agora? O que ia-lhe responder? Porque para responder a isso tinha de falar no David, coisa que neste momento não queria. Resolvi contar-lhe a verdade, ocultando apenas algumas partes. Mas antes, tentei desviar um pouco o assunto.
- Como sabes que conheço o Rúben?
- Porque ele disse que te conhecia, e se ele te conhece é lógico que o conheças a ele. – E riu-se. Não me contive e ri-me come ele.
- Ah.
- Mas ainda não respondes-te há minha pergunta. De onde o conheces? – Era agora que estava feita. Pronto, ia responder ocultando apenas “pequenos” pormenores.
- Foi assim, eu tenho contrato com uma editora musical e entao fui contratada para cantar numa festa de aniversário e era a festa de anos do David. O Rúben também lá estava e deu-se muito bem com a Inês e como ela é a minha melhor amiga conhecemo-nos.
- Agora entendi. Eu não fui a esse jantar porque estava com a Elena. – O seu sorriso desvaneceu quando pronunciou esse nome.
- Eu sei quem é. É a tua namorada.
- Ex-namorada queres tu dizer.
- Ex? Ah?
- Sim, ela foi-se embora. Mas eu não quero falar dela. A Elena pertence ao meu passado e neste momento não a aceitava nem pintada de ouro.
- Desculpa, não devia ter perguntado.
- Não te preocupes Bia, fui eu que falei nela.
Eu apenas lhe sorri. Nesse momento o Javi para o carro e vejo no nosso lado direito um restaurante muito bonito.
- Chegamos? – Perguntei eu não sabendo bem onde estava.
- Sim. Nós costuma-mos vir sempre aqui depois dos jogos em casa. Ligamos a reservar a sala e assim não somos incomodados e como a comida é muito boa ainda melhor.
- São mesmo jogadores de futebol, só pensam em comida. Pensar em marcar golos e jogar direito já não é com vocês. Vou sugerir á liga que ponha a bola em forma de pão de hambúrguer, pode ser que assim marquem mais golos.
Rimo-nos perdidamente os dois com esta minha afirmação. O Javi começou-me a fazer cócegas. Neste momento já estamos fora do carro. Estávamos no jardim do restaurante visto que ainda ninguém tinha chegado. Com tantas cócegas e tanto riso acabamos por cair na relva, ficando ele por baixo e eu por cima. Paramos de rir, mas nossas caras estavam a milímetros de distância.
- Tamos interrompendo alguma coisa? – Sai rapidamente de cima do Javi. Estavam ali os quatro, o David e a sua “miss”, o Rúben e a Inês.
- Não. Estávamos só a falar e escorregamos na relva. – Disse eu de uma maneira mesmo muito atrapalhada.
- Sim foi isso. – Completou o Javi.
Já estávamos ambos de pé. Todos se riram menos eu, o Javi e o David. O Rúben e a Inês entraram no restaurante, a miss entrou a seguir, eu ia a entrar com o Javi quando me agarram no braço.
- Posso falar com você um minuto? – Ele não estava a fazer aquilo.
- Claro. Javi, eu já vou. Guarda-me lugar sff.
- Claro Bia, vou-te guardar mesmo ao meu lado. – Ambos sorrimos.
- Pronto, já podemos falar. O que queres? – Disse eu de maneira fria virando-me para o David, sem nunca o encarar nos olhos.
- Passa-se alguma coisa entre você e o Javi?
- Não tens nada haver com isso. E se foi esse o motivo desta conversa, é melhor ires para dentro, a miss pode desesperar.
- Miss?
- Sim, a tua namoradinha.
- Cê tá com ciúmes?
- Ciúmes? Oh meu filho eu posso ter tudo menos ciúmes.
- Foi você que escolheu assim naquele dia.
- Escolhi e não volto com a minha palavra a trás. A minha decisão está tomada.
O David nada disse apenas entrou no restaurante. Esperei uns minutos e fiz o mesmo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)